Mande uma indireta universitária pro ex-amor escutar
Tem hora que a gente quer mandar um recado pro ex sem mandar mensagem — porque mensagem volta, dá ruim, e a gente sabe disso. Sertanejo universitário pra…
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Universitário e ex: a fórmula da indireta perfeita
O que falar pra IA acertar o tom
• Como foi o término — quem terminou, por quê
• Há quanto tempo
• O tom que você quer: deboche? Saudade? Raiva? "Tô bem"?
• Uma cena marcante (a briga, a última conversa, o desbloqueio)
• Você quer citar nome ou só indireta?
• Qual o destino: stories, status, playlist pessoal?
Não precisa filtrar. Quanto mais cru o briefing, melhor o resultado. A IA pega tudo isso e devolve uma letra com farpa fina, sem cair no vulgar, e com refrão que gruda na cabeça.
Receba e use estrategicamente
Perguntas frequentes
É feio mandar música pro ex?
Não precisa mandar pra ninguém — muita gente faz só pra postar nos stories ou ouvir sozinha. A música é sua, você decide se vai ou não compartilhar diretamente.
Posso fazer uma versão sem citar o nome dele(a)?
Pode. Indireta funciona melhor sem nome — a IA usa pronomes e referências pessoais. Quem precisa entender, entende; o resto da galera só dança o refrão.
O que dizem nossos clientes
"Fiz pra minha mãe no dia das mães, ela mora longe e a gente não se via fazia uns 4 meses. Mandei o link no zap e ela me ligou no mesmo instante chorando, falando que ia mostrar pra todo mundo na igreja. Ela tem 68 anos e ficou orgulhosa demais sô."
— Rafael, Anápolis
"Fiz pro meu noivo no dia do nosso pedido de casamento, coloquei o nome dele e a história de como a gente se conheceu no busão. Mandei pelo zap antes do jantar e o cara me ligou chorando de boca aberta, juro. Ficou muito bonita mesmo, parecia que era da rádio."
— Mariana, Goiânia
"Despedida de solteiro do meu parça aqui em Floripa, pedi uma música zoando ele com todas as histórias vergonhosas (a ex que ele encontrou no mercado, a vez que dormiu no banheiro da balada). Coloquei pra tocar e a galera do bar inteiro vibrou junto, o noivo quase morreu de vergonha kkkk."
— Bruno, Florianópolis